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quarta-feira, 20 de junho de 2012

Painel discute os direitos femininos

POR NATHÁLIA JUSTO

O fim da discriminação e da repressão às mulheres foi a principal revindicação proposta no painel “Mulher, mídia e bens comuns”, no último dia do II Fórum Mundial de Mídia Livre. María Cianci, da Associação Latino-Americana de Educação Radiofônica, reclamou a ausência dos homens no painel e questionou os paradigmas da sociedade em relação ao gênero sexual. ”Os homens sabem de política e as mulheres, de compras. Não queremos que a mulher apareça para dar sua opinião apenas para cumprir a cota democrática."

terça-feira, 19 de junho de 2012

Midialivristas apontam crescente poder das redes

POR FLÁVIA AGUIAR

Na manhã ensolarada do último domingo, dia 17, o auditório Pedro Calmon da UFRJ levou pouco mais de uma hora até ser ocupado por um público bastante cosmopolita. Entre as fileiras da plateia, o francês se misturava ao português e ao inglês, muitas vezes carregado de sotaque. Com boa vontade, uma midialivrista chilena chegou a arriscar um portunhol ousado. Eles passariam as próximas horas compartilhando suas experiências com as redes sociais em suas comunidades. E, nesse clima de diversidade cultural, foi realizado o painel Movimentos Sociais, no último dia do II Fórum Mundial de Mídia Livre.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

FMML aponta avanço na Argentina e atraso na Turquia

POR NATHÁLIA JUSTO

Ao completar 50 anos, o marco regulatório brasileiro foi considerado arcaico pelos comunicadores presentes no II Fórum Mundial de Mídia Livre, que aconteceu neste último sábado (16), na UFRJ. Nelsy Lizarazo, da Associação Latino-Americana de Educação Radiofônica, afirmou que a democratização da comunicação não é somente uma questão política. “Há uma diversidade de discursos que precisam de visibilidade. A comunicação é um direito de todos”, enfatizou.

Políticas públicas devem garantir direito à comunicação

POR NATHÁLIA JUSTO

A jornalista Sally Burch, da Agência Latino-Americana de Informação, apontou a manutenção da produção e a ampliação da difusão de mídias independentes como possíveis respostas de políticas públicas para garantir o direito à comunicação. O debate foi parte do II Fórum Mundial de Mídia Livre, realizado na UFRJ no último sábado (16). Ela defendeu ainda garantia de espaço à diversidade, além de um maior acesso à informação pública.

Quatro anos depois, midialivristas voltam à UFRJ

POR NATHÁLIA JUSTO

”Durante os últimos três anos, as mídias livres vêm trabalhando para democratizar a comunicação e posicioná-la em lutas estratégicas, como as que estão sendo apresentadas na Cúpula dos Povos”, esclareceu Rita Freire, do coletivo Ciranda, na abertura do II Fórum Mundial de Mídia Livre no último sábado (16), na UFRJ. Ela, que é uma das principais articuladoras do evento, sugeriu que as propostas sobre a comunicação como um bem comum fosse levada à Cúpula para ser debatida.